Entenda como a redução do peso e o ganho de carga útil (payload) estão transformando a rentabilidade das frotas com o uso de tecnologia em alumínio composto
O cenário do transporte rodoviário de cargas no Brasil atravessa uma das suas transformações mais profundas. Entre a volatilidade constante dos preços dos combustíveis e a crescente pressão global por práticas de ESG (Environmental, Social, and Governance), as transportadoras e frotistas buscam soluções que equilibrem rentabilidade e responsabilidade ambiental.
Neste contexto, o Alumínio Composto (ACM) consolidou-se como o protagonista dessa mudança. O que antes era visto apenas como um material de acabamento arquitetônico, tornou-se um produto fundamental na fabricação de implementos rodoviários.
Mas por que o ACM tornou-se a tendência definitiva no transporte sustentável brasileiro? Vamos explorar os motivos técnicos, econômicos e ambientais.
O desafio do peso morto na logística brasileira
No transporte de cargas, o peso é um dos fatores mais críticos. Cada quilograma que compõe a estrutura do veículo é um quilograma a menos de carga útil que pode ser transportada legalmente.
Tradicionalmente, o mercado brasileiro utiliza aço e madeira (compensados navais) para a fabricação de implementos rodoviários. Embora resistentes, esses materiais são pesados e sofrem com a degradação climática.
O ACM MBS rompe este paradigma. Por ser mais leve que as soluções convencionais, ele reduz o “peso morto” do implemento. No Brasil, onde a fiscalização de balança é rigorosa, essa leveza se traduz em um ganho direto de Payload (Carga Útil).
Para o transportador, isso significa a capacidade de carregar mais mercadoria pagante em cada viagem, otimizando o frete e aumentando o faturamento sem infringir a lei.
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Redução do consumo de combustível e emissões
A sustentabilidade no transporte está intrinsecamente ligada à eficiência energética. Um veículo mais leve exige menos esforço do conjunto mecânico (motor e transmissão) para atingir e manter a velocidade de cruzeiro. Além de diminuir a força inercial durante as frenagens, o que resulta em menor desgaste de lonas de freio e pneus.
Economia circular
A sustentabilidade do ACM MBS vai além do seu uso no caminhão. O material é composto por lâminas de alumínio e um núcleo de polímero que pode ser reciclado ao final de seu ciclo de vida.
Ao escolher a MBS, o transportador está participando de um ecossistema de economia circular, onde o resíduo é minimizado e os materiais retornam à cadeia produtiva de forma inteligente.
Portanto, o ACM não é uma tendência passageira; é a resposta técnica para os desafios logísticos do século XXI no Brasil. Ele resolve o trilema da logística moderna: aumenta a produtividade (payload), reduz o custo operacional (diesel/pneus) e atende aos requisitos de sustentabilidade (ESG).
Em um mercado onde a rentabilidade é decidida nos detalhes, a leveza e a durabilidade do ACM MBS são os diferenciais que garantem que sua frota chegue mais longe, gastando menos e preservando mais.
Fale com a equipe técnica da MBS e solicite um comparativo de peso e economia para a sua frota!